TRANCHES DE VIE D'UNE LUPIQUE

TRANCHES DE VIE D'UNE LUPIQUE

Miséria

Miséria

Ao abrigo do vento,
Da chuva, do mau tempo
Ei-los de pé ou sentados
Em túneis de passagem
Em abrigos selvagens
Sem alimentação
Com vapores de gazes
Como única compaixão !
Humanos infelizes
Que procurais vosso pão !
Sedes tratados como animais ferozes
Pelos vossos irmãos
Corações de pedra,
Sem humanidade…
Poder assassino
Escondido dos olhos do mundo…
Em triste desalento
Eu observo
Impotente
As loucuras dos poderosos
Que governam nosso mundo…



27/12/2006
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